No lugar de dutos passivos, uma camada que detecta e localiza vazamentos.
O G-Mesh transforma trechos de tubulação em pontos identificáveis de detecção. Quando o fluido atinge a camada sensora, o sistema reporta o ID do segmento, reduzindo a área de busca e acelerando a resposta de campo.
A lógica é simples: detectar o vazamento onde ele existe, não inferir por ruído distante.
Métodos baseados em pressão, vibração, acústica ou modelagem hidráulica podem depender de variáveis instáveis. O G-Mesh parte de uma camada física direta, instalada externamente ou integrada à linha, para confirmar a ocorrência no segmento.
- Segmentos com IDCada parte monitorada tem identificação única, permitindo traduzir o alerta em localização operacional.
- Micro e macroeventosA arquitetura foi pensada para perceber desde pequenos vazamentos até ocorrências maiores que exigem resposta imediata.
- Qualquer fluidoA proposta não depende do fluido transportado, porque o princípio é detectar a ocorrência direta na camada sensora.
- Linha nova ou existentePode ser aplicado como retrofit em ativos instalados ou incorporado no desenho de novas tubulações rígidas e flexíveis.
Da análise do ponto crítico até a rotina de decisão.
A tecnologia precisa entrar no fluxo do cliente sem criar complexidade desnecessária. O desenho abaixo organiza a implantação por etapas claras.
Mapear trechos críticos
A linha é dividida em segmentos de monitoramento conforme risco, acesso, diâmetro, ambiente e estratégia de manutenção.
Aplicar a camada inteligente
A camada sensora acompanha a tubulação externamente ou entra no projeto de fabricação, sem depender de leitura indireta de pressão ou ruído.
Reportar o ID do evento
Quando há vazamento, o sistema identifica o trecho afetado e entrega um alerta operacional com localização por segmento.
Responder com precisão
A equipe de campo atua em uma área menor, reduzindo tempo de inspeção, perda de fluido e impacto ambiental.
Perguntas que costumam aparecer antes de um piloto.
Não. A proposta do G-Mesh é detecção direta por camada inteligente. A arquitetura não precisa inferir o vazamento por pressão, vibração, ruído ou modelagem acústica.
Sim. O conceito permite retrofit em linhas existentes e também integração em tubulações novas, inclusive em diferentes formatos e materiais.
O foco operacional é localizar o evento por segmento. A referência técnica trabalhada no material atual é uma faixa típica de 6 a 12 metros, que já reduz drasticamente a área de busca.
Sim. O conceito pode ser adaptado para dutos rígidos e flexíveis, conforme ambiente, diâmetro, risco e forma de instalação.
Vamos mapear onde G-Mesh gera mais retorno.
Envie o tipo de linha, o fluido transportado, os trechos críticos e o evento de vazamento que precisa ser identificado. A equipe responde com o melhor caminho para avaliação técnica.